Cancún e Riviera Maia: Chichen Itzá e Cenote Ik-Kil

Bora continuar que ainda tem muuuita coisa da viagem pra contar pra vocês! Tenho fé que um dia a gente acaba! kkkkkk

O post de hoje foi de um dos lugares mais especiais que visitamos durante esses dias e, sem dúvidas, um dos principais cartões-postais da região, sendo considerado oatrimônio da UNESCO – a cidade de Chichen-itzá, que era o centro político da antiga civilização maia e famosa pelas grandes construções, destacando-se a pirâmide de Kukulcán, a praça das mil colunas e o o campo de jogos.

Chichen-Itzá fica um pouco distante tanto de Cancún como de onde estávamos hospedados, cerca de 200km de distância, o que equivale a mais ou menos duas horas de voagem de carro. Pelo que li, existem duas estradas por onde é possível fazer o passeio, uma mais antiga, sem pedágios e outra mais moderna, que conta com dois pedágios um tanto salgados – cerca de 60 dólares mais ou menos. Confesso que o que fiz no dia da viagem foi apenas colocar o endereço no Waze e seguir o caminho escolhido pelo GPS, que acabou sendo a estrada antiga, sem pedágios. A estrada não é tão conservada, mas achei a viagem tranquila, com muitos vilarejos super charmosos durante o caminho. Além do carro, é possível ir em vans ou ônibus de excursão, que podem ser contratados nos mais diversos pontos turísticos de Cancún.

Chegamos lá por volta das 11h da manhã e compramos o ingresso na bilheteria por cerca de 220 pesos. Logo na chegada uma coisa já chamou a atenção – o Calor! Gente, é muito quente!!! E pra piorar o calor, as estradas são longas, de terra batida e as sombras e bancos são escassos, por isso, use roupas leves, leve sua garrafinha de água e abuse do seu protetor e da água termal!!

Logo no caminho para as reínas já é possível ir parando nas inúmeras barraquinhas de artesanato espalhadas por lá. Se quiser comprar algo desse tipo, o lugar é aqui – foram os preços mais baratos que encontramos e os produtos de maior qualidade. E aqui vale a lei da pechincha viu!! Vale dizer que é brasileiro, que está quebrado… pode chorar que eles negociam bem! Chegamos a levar coisas por menos da metade do preço pedido inicialmente pelo vendedor!

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Comprei uma caveirinha dessas aí! Fofas demais!!!

Logo que você entra na cidade, um monumento de longe já chama sua atenção – a maravilhosa pirâmide de Kukulcán, considerada um das sete maravilhas do mundo moderno.

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A pirâmide conta com exatos 365 degraus, que representam os 365 dias do ano de acordo com o calendário maio, divididos em quatro escadarias uma em cada lateral da pirâmide. Além do seu tamanho, a pirâmide apresenta alguns fatos muito interessantes – batendo palmas em frete a escadaria, é possível ouvir o eco da pirâmide na forma do canto de um pássaro e, durante o solstício, a luz do sol bate na pirâmide de forma a projetar sobre suas escadarias a figura de uma serpente, o que seria um tributo para comemorar a mudança da estação.

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Vale look na frente da pirâmide???

 

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Como já tinha ouvido falar muito do calor em Chichen-Itzá, fui preparada! Escolhi um vestido de malha listrado e soltinho da Renner, coloquei um tênis branquinho e chapéu pra proteger do sol. E digo a vocês – levem chapéu! O calor é tanto e o sol tão forte que meu marido não levou e acabou comprando um por lá…

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Além da pirâmide, é possível observar outras ruínas e um cenote onde eram realizados sacrifícios humanos – o cenote sagrado

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TEMPLO DOS GUERREIROS
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PRAÇA DAS MIL COLUNAS
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CENOTE SAGRADO

Outra atração bem interessante é o campo onde eram realizados os “jogos de pelota”, onde a bola deveria ser arremessada e passar pelo interior de um anel de pedra – detalhe, a bola só poderia ser arremessada usando os quadris ou cotovelos! Joguinho difícil né não???

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Ficamos cerca de duas horas em Chicehen-Itzá vendo as ruínas e comprando várias lembrancinhas. Saímos de lá por volta das 14h e fizemos uma paradinha em um cenote super famoso que fica a apenas 3km de distância – o cenote Ik-kil.

Esse cenote é bastante famoso, mas, pra ser sincera, achei o cenote dos Ojos bem mais bonito! Ik-kil fica localizado bem próximo a Chichen-Itza e é preciso pagar em torno de 15 dólares pela entrada. Fomos num dia de domingo e o lugar estava bem cheio! Para ter acesso ao cenote, que fica a cerca de 25 metros da superfície, é preciso descer uma escadaria longa e molhada, mas, se você preferir, pode só ficar observando a água lá de cima.

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TÁ VENDO ESSE PONTINHO DE CALÇÃO VERDE?? É MEU MARIDO PULANDO LÁ DE CIMA!!

Durante a descida, também é possível ir observando o cenote por alguns mirantes:

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PARADA PRA SELFIE!!

Esse cenote lembra um grande poço natural, com uma cratera enorme que se estende por cerca de 50 metros de profundidade! A água não é clara como a do cenote dos Ojos, mas de um tom verde esmeralda que fica enfeitado por vários peixinhos escuros que nadam no local. Eu tenho um certo pavor de poços e água escuras, principalmente com essa profundidade tão grande… Enquanto meu marido correu pra saltar, fiquei na borda com muito medo de entrar… Acabei alugando um colete salva vidas  e entrei bem rapidamente. Se você não sabe nadas, alugue um também! a profundidade é enorme e o cenote é muito extenso, com poucos pontos de apoio para descansar um pouco.

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VISÃO DE DENTRO DO CENOTE

Mas, pra você que é aventureiro, meu marido me contou que foi o melhor mergulho que ele deu na vida!

E, no próximo post, vou contra a vocês da minha visita ao parque Xcaret!!

Cancún e Riviera Maia: Cenote dos Ojos

Lembram que terminamos o último post saindo de Tulum? Pois bem, saindo de lá, fomos conhecer um dos inúmeros cenotes que existem na região, e antes de falar mais dele pra vocês vou responder uma pergunta que talvez você esteja se fazendo agora – “mas o que raios é um cenote”?

Eu também nunca tinha ouvido falr de cenotes na minha vida até o dia que comecei a programar essa viagem, e, claro, o wikipedia me ajudou a entender melhor o que eram os tais cenotes… Segundo o site, “Cenotes são conexões entre a superfície e áreas alagadas subterrâneas. Enquanto os cenotes mais conhecidos são grandes piscinas medindo cerca de 10 metros de diâmetro, como as existentes em Chichén Itzá, o maior número de cenotes são pequenos locais abrigados e não necessariamente tem qualquer água de superfície exposta (…) As águas dos cenotes geralmente são límpidas, porque esta provem de filtragem de água de chuva lentamente através do solo e, portanto, contém poucas partículas suspensas. A taxa de fluxo das águas subterrâneas dentro de um cenote pode ser muito lenta. Em diversos casos, cenotes são áreas onde secções do teto das cavernas cederam, revelando um sistema de cavernas subjacente e as taxas de fluxo podem ser muito mais rápidas, cerca de 10 km (6,21 mi) por dia. Cenotes ao redor do mundo atraem exploradores de cavernas, que documentaram extensos sistemas de cavernas inundadas através deles, alguns dos quais com cerca de 100 km (62,1 mi) de extensão ou mais.”

Resumindo, cenotes nada mais são do que grandes cavernas inundadas por água, em sua maioria proveniente da chuva, mais em alguns cenotes existe comunicação direta com o mar. Além da área que fica visível, mais rasa, a maioria dos cenotes esconde um mundo de cavernas subterrâneas que formam verdadeiros labirintos e podem chegar a 100m de profundidade!! Como dito no texto acima, écomum exploradores de cavernas procurarem os locais pra fazer mergulhos explorando essas profundezas. Mas mesmo se você não é mergulhador, da pra nadar nas áreas expostas e mais rasas dos cenotes, que costumam oferecer águas absurdamente cristalinas e paisagens de tirar o fôlego!

O que não falta na região da Riviera Maia são cenotes! Um dos guias falou que existiam pelo menos uns 100! Ou seja, impossível ver tudo numa viagem! então, decidi escolher dois dos mais famosos pra visitar, o cenote dos Ojos (o mais famoso da região) e o cenote ik-kil, que será assunto de outro post mais adiante. Bom, o cenote dos Ojos é, sem dúvidas, o mais conhecido da região,e para entra basta pagar uma pequena taxa – algo em torno de 7 dólares. Ele é formado por duas áreas externas, denominadas “primero Ojo” e “segundo Ojo” que se comunicam por um labirinto de túneis subterrâneos que podem chegar a 80m de profundidade. Pra ver a comunicação entre os dois Ojos, é preciso ser um mergulhador experiente e levar material de mergulho, ou seja, não rolou, mas existe um tipo de passei que te proporciona conhecer a parte mais “profunda” da área externa do cenote usando apenas snorkel, mas com direito a escuridão total, cavernas ocultas e muitos morcegos!

Infelizmente, perdi as fotos que fiz no dia, então vou pegar algumas imagens da internet pra vocês verem a maravilha que é esse lugar.

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Lindo não é? E a água é dessa corzinha mesmo! Pleas primeiras fotos parece super raso! mas nessa última imagem da pra ter uma noção melhor da profundidade! é bem fundo, mas eles oferecem colete se você. Essa parte mais iluminada que aparece na última foto, é a parte que pode nadar livremente. Vê essa região mais escura pra qual os mergulhadores estão indo? A partir daí, é possível visitar uma parte com snorkel apenas e a ajuda de um guia ( não pode ir sozinho, pois tem risco sim de se perder!), até chegar a uma caverna cheia de morcegos. Dali em diante, só mesmo com cilindro e uma equipe experiente.

Decidimos pagar o guia e fazer o passeio até a “bat cave” como eles chamam por lá. Pagamos cerca de 70 dólares o casal, com direito a roupa de neoprene, snorkel, nadadeira e lanternas e um guia para ir mostrando o caminho. O passei dura cerca de 1 hora e é absolutamente INCRÍVEL!!!!!! Nunca tinha tido uma experiência como aquela na minha vida! No começo dá muito medo, principalmente pela escuridão e também pela profundidade que chega a 8m em alguns trechos do passeio, mas você vai acostumando. Percorremos trechos escuros, com direito a muitas estalactites e estalagmites, passagens estreitas e uma linda caverna no final, com uma abertura lá no teto que permitia a luz do sol entrar num faixe lindo e muuuuitos morcegos! Gravamos um vídeo mostrando um pouco de mergulho pra vocês, infelizmente a qualidade não ficou tão boa, mas dá pra ter uma ideia boa de como é por la.

E é isso amores! Uma visita imperdível pra quem um dia decidir viajar pela paraíso da Riviera Maia.

Cancún e Riviera Maia: As ruínas de Tulum

E vamos continuar os posts da viagem??? Hoje vamos mergulhar um pouco no passado, na história do México e do povo Maia. Pra quem não sabe, os Maias representavam uma das civilizações mais desenvolvidas da era pré-colombiana. Tinham sistema de escrita que era único na época e apresentaram avanços notórios nas artes, cultura, matemática, astronomia e arquitetura. Durante muitos anos, desenvolveram cidades gigantescas, densamente povoadas e organizadas espalhadas por toda a America Central, até a chegada dos espanhóis.
Tulum é o remanescente de um dessas cidades Maia e a única que está localizada a beira-mar. Fica a cerca de 200km de Cancún, na direção Sul, mas a apenas 30km do nosso hotel – Por isso disse que é melhor se hospedar um pouco mais ao sul de Cancún se você deseja explorar a região da Riviera Maia. A cidade é cercada por uma muralha de pedra, o que originou seu nome (Tulum pode ser traduzido com “grande barreira”) e também por uma grande barreira de corais que impedia que barcos inimigos invadissem a cidade, pois eles acabavam se chocando com os recifes e afundando. A cidade funcionava como um ponto estratégico tanto militar, como de comércio, mas não foi só por isso que decidi coloca-la no nosso roteiro – o que pesou mais foi mesmo a beleza do lugar…

Ruínas de Tulum
Ruínas de Tulum

Essa era a vista que tínhamos antes mesmo de entrar na cidade. Do alto do penhasco, já era possível ver o mar com essa mistura de tons de verde azul de tirar o fôlego! Para entrar no sítio arqueológico, você paga uma entrada baratinha (cerca de 5-7 dólares) e tem a opção de caminhar até as reínas ou pagar uma passagem pra ir no trenzinho (foi o que fizemos pois estava MUITO quente no dia que fomos). Na entrada do parque tem um aviso enorme dizendo que é preciso pagar uma taxa para portar câmeras fotográficas e GoPro, mas usamos a nossa e ninguém nos cobrou nada.

Na entrada, você também tem a opção de contratar um guia pra contar mais sobre as ruínas. Optamos por não contratar, pois, apesar de muito interessante, a visita com o guia pode acabar demorando mais, então preferimos ir apenas lendo as plaquinhas do lado de cada ruína, que explicam um pouco da história do lugar.

E vamos de look?

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Optei por um macacão de malha fresquinho da Zara, pela praticidade da peça. Combinei com uma sandália também preta e com o óculos azulzinho pra dar um toque de cor. Pra finalizar e se proteger do sol, é fundamental levar um chapéu e muuuito protetor solar!!!

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SABE O QUE NÃO FALTAVA POR LA? LAGARTOS!!

O parque como um todo é super lindo e o passei muito gostoso, mas tem um ponto que, sem dúvida é o mais disputado e uma das vistas mais lindas que já vi na vida! Um mirante de onde é possível observar uma ruína que fica a beira de um penhasco banhado por uma enseada de um mar belíssimo! Essa parte da praia é protegida para para reprodução das tartarugas, por isso fica sempre deserta e tem aquela beleza de natureza intocada que não dá pra descrever. De lá, é possível sentar pra admirar a vista e tirar lindas fotos!

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PARAÍSO…

Um dos guias estava explicando que essa construção tinha um papel importante para a cidade, pois, além de servir como torre de vigia, a o feixe de luz solar que irradiava da janela da torre, em um determinado horário do dia, iluminava a água em um ponto estratégico, livre de corais, por onde era seguro passar com navios e embarcações, evitando que os navios da cidade naufragassem se chocando aos recifes de corais! Incrível, não é mesmo?

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Próximo a esse mirante, há uma escada onde é possível descer e tomar banho no mar, mas acabei não indo… estávamos meio cansados esse dias e preferimos aproveitar o restante da tarde para conhecer o cenote dos ojos, um dos pontos turísticos mais famosos da região. Além dessa praias na reínas, há outras praias próximas que é possível visitar, dentre elas a praia do paraíso, um mar calminho, claro e onde é possível fazer topless, o que pra nós brasileiros pode ser um pouco “diferente” digamos assim…

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No próximo post vou contar um pouco da nossa visita ao cenote do ojos que já falei anteriormente! Aguardem!

Cancún e Riviera maia: Xel-Há

Vamos continuar os posts da viagem com uma das atrações que mais amei conhecer em Cancún – Xel-Há. Esse parque faz parte de uma rede que une diversos outros parques temáticos, sendo os principais, além do Xel-Há, os parques Xcaret e Xplor. Nas pesquisas que fiz antes de viajar, vi que uma das principais dúvidas de quem viaja pra Cancún é quais parques escolher pra visitar, pois ficaria muito caro, cansativo e até repetitivo visitar todos os parques dessa rede. Resumindo bem, eu diria que o Xel-Há é um parque mais voltado pra parte aquática, com foco no snorkel, o Xplor seria mais voltado pra parte terrestre, contendo inúmeras tirolesas, atividades de arvorismo, trilhas e, por fim, o Xcaret seria meio que uma mistura dos dois. Baseado no meu gosto pessoal, resolvi visitar o Xel-Há e o Xcaret. Xplor, infelizmente, ficou pra uma próxima vez…

Comprei os ingressos pelo site do grupo que coordena os parques (AQUI). Comprar pelo site te permite montar pacotes personalizados e ainda te dá um bom desconto em relação a bilheteria. O passeio também é oferecido por agências, mas como não utilizei nenhuma não sei informar bem como funciona. Os ingressos custam cerca de 80 – 100 dólares por pessoa, por parque.

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O parque fica a cerca de 7km do hotel onde estávamos hospedados, o que dá uns 10min de carro, mais ou menos. A estrada é larga e bem sinalizada, até dá pra ir sem GPS, mas como eu uso waze pra ir até a padaria na esquina de casa, sempre acho importante ter um GPS ao lado.  Chegamos lá por volta das 10h da manhã e não tivemos problema pra estacionar ou trocar os ingressos. Logo na entrada, já é possível agendar ou comprar atividades extras, como nado com arraias, mergulhos com aquele capacete que permite andar debaixo d’água e o nado com os golfinhos (nosso escolhido), que vou mostrar com mais detalhes no final de post. Agora vamos de look??

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Usei uma hot pant destruidinha (não lembro a marca) e um cropped com ombros de fora todo de listras vermelhas do aliexpress. Pra completar fiz um coque bagunçado e coloquei a bandana branca. Nos pés, minha flatform de glitter da Zara,  um novo e sério caso de amor! kkkk super estilosa e confortável!  O óculos vermelho também é Zara!

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#EMPOLGADOS

Eu confesso que estava empolgadíssima pra conhecer esse parque! Pelo que pude ler, achei a proposta dele bastante parecida com a do Discovery cove em Orlando (contei mais sobre esse parque AQUI) – Praias de areia branquinha, cadeiras ao sol, redes em lindos coqueirais, sistema all inclusive e águas claras com milhares de peixinhos pra passar o dia fazendo snorkel. A diferença entre eles? Aqui no Xel-Há, o parque foi construído pela própria natureza! Nada de piscinas artificiais por aqui.  O Xel-Há fica na região de encontro de uma rio com o mar, que foi fechada pelo parque. Eu, normalmente, tenho um pouco de medo de água e não sou muito fã da ideia de nadar em rios, mas aqui as coisas foram diferentes. O rio não é tão largo, e a profundidade máxima variava entre 4-5m. Não havia correnteza e as águas eram cristalinas, permitindo ver os inúmeros recifes no fundo, habitados por peixinhos das mais variadas espécies, que já nem se importavam mais com nossa presença por ali. É possível iniciar o passeio no rio desde sua nascente, ou entrar em qualquer ponto através de escadinhas espalhadas por todo o parque.

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DE TIRAR O FÔLEGO!

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O parque trabalha no sistema all-inclusive. Buffets funcionam da abertura ao fechamento, com opções de café-da-manhã e almoço, além de quiosques espalhados pelo parque que disponibilizam snacks, sorvetes e bebidas, inclusive alcoólicas. Todo o equipamento de snorkel, inclusive nadadeiras e colete salva-vidas, além de toalhas e armários estão incluídos no pacote.

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ÁGUA CRISTALINA E PEIXINHOS COLORIDOS!!
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NADA MAL ESSA VISTA HEIN??

O rio é, sem dúvidas a atração principal desse parque, e além de snorkel, você pode fazer outras atividades, como ficar nas bóias oferecidas gratuitamente, descer na tirolesa ou nos caminhos de obstáculos, além de um penhasco de onde você pode saltar!

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TIROLESA! DA PRIMEIRA VEZ FUI NA CADEIRINHA, MAS DEPOIS CRIEI CORAGEM E FUI SÓ SEGURANDO COM AS MÃO! PENA QUE NÃO TENHO A FOTO… :/
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ATIVIDADES DE AVENTURA NO MEIO DO RIO
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EU PULANDO DE PENHASCO!!!! QUASE NÃO IA, MAS FUI! DETALHE PRA MÃO TAPANDO O NARIZ… KKKKK

Além das atividades no rio, o parque oferece trilhas que podem ser feitas a pé ou de bicicleta, mas fiquei tanto tempo aproveitando o rio que acabei não fazendo. Também é possível esbarrar com aves exóticas nas ruas do parque e até tirar fotos! Elas são super simpáticas!

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TUCANO LINDÃO!

Mas eu me encantei mesmo com as araras! Um dos animais mais lindos que existem!! FA19_060516-112350 FA19_060516-112332 FA19_060516-112323 FA19_060516-112316 FA19_060516-112311 FA19_060516-112307

Quase um book fotográfico hein??? Sobre essas fotos quem tem o logo do parque embaixo, todas foram tiradas por fotógrafos de lá. Além dos fotógrafos, eles deixam espalhadas várias câmeras pelo parque que você pode acionar automaticamente através da pulseira, todas colocadas em pontos que rendem lindas fotos! O pacote com todas as fotos para um grupo de até quatro pessoas sai por cerca de 89 dólares, se não me engano. As outras fotos foram feitas com a GoPro.

Outra dica que eu dou é ir de body ou maiô. Como o parque tem muitas atividades, ele vai te permitir ficar mais a vontade, sabe… recomendo demais. Esse meu é da loja praieira.

Bom, além do que já mostrei a vocês, o parque também conta com uma série de atividades extras que podem ser adquiridas por um valor adicional. Resolvi fazer aqui o nado com os golfinhos. Uma coisa que observei em Cancún, é que muitos lugares oferecem o nado com os golfinhos, até mesmo alguns hotéis! Sei que nem todos esse locais devem tratar e cuidar bem dos animais, por isso optei por fazer aqui, pois, apesar de mais caro, achei que o cuidado deles com os animais era maior e a estrutura bem melhor. Sobre o nado, eles oferecem dois pacotes, um mais simples (cerca de 90 dólares) e um mais completo (cerca de 130 dólares). Comprando pelo site com antecedência, dá pra ter um desconto em cima desse preço. Escolhi o nado mais completo, que oferecia o “foot push”, aquela atividade em que os golfinhos te empurram pra fora da água apoiados nos seu pés!

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Achei o nado aqui bem mais completo que o que fiz em Orlando! Durou mais e teve mais atividades, além do grupo ser bem menor.

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A hora do foot push é a mais esperada! Você é orientado a ficar boiando na água e os golfinhos vem nadando por trás de você e, apoiando-se um em cada pé, te empurram pra fora da água!! Como sou pequeninha, saí completamente da água!! foi incrivel!!

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E essa vai ser uma das lembranças mais incríveis que vou ter na minha vida inteira! E olha que a viagem está só começando…

 

O que trouxe na minha necessaire pra Cancún!!

E tem vídeo novo por aqui!! Depois que gravei o vídeo com o que trouxe na minha mala pra Cancún (confere AQUI), resolvi mostrar também o que trouxe na minha necessaire! Produtinhos de pele, cabelo, muitas makes e meu kit de sobrevivência pra dias de muito sol e calor!! Gravei esse vídeo direto de Cancún, aproveitando só a luz da varanda, de cabelo molhado, sem maquiagem… mas espero que vocês gostem mesmo assim!! Fiz com todo carinho!

Ah, e lembrem de se inscrever no canal e deixarem um “gostei” no vídeo!!